O rei Luís XVI mandou prender o cardeal Rohan, Cagliostro, a condessa e seus cúmplices: ao todo quinze pessoas.
O cardeal de Rohan se apaixonou pela rainha Maria Antonieta, mulher do rei Luís XVI de França.
Parece que uma aventureira, a condessa Jeanne de Valois de la Motte, e um charlatão, Cagliostro, teriam convencido o cardeal de que possuiriam meios de fazê-lo cair nas boas graças da rainha. Mas o que ele não sabe é que Maria Antonieta, detesta e despreza Rohan, desde que sua mãe, a rainha Maria Teresa de Áustria, dera para Versalhes a notícia da vida dissoluta e dos gastos que o cardeal fazia em Viena. Rohan fora demitido de embaixador por intervenção da rainha, mas o cardeal, que tinha tanto de vaidoso como de imbecil, acredita que a sua paixão seria correspondida.
Rétaux de Villette, amante da condessa, gigolô e um exímio falsário, forjam cartas assinadas pela rainha e endereçadas ao cardeal. Combinam uma entrevista noturna, num bosque, com uma prostituta, Nicole d'Oliva, que muito se assemelhava fisicamente com a rainha. O cardeal julga ser a rainha e este emprestar-lhe-á 150 mil livres.
Mais tarde, a prostituta pede-lhe novos empréstimos e que sirva de intermediário entre ela e os joalheiros Boehmer e Bossange na compra de um colar de diamantes no valor de 1.5 milhões de livres, que ela desejava ter mas, em segredo, para não alarmar o rei. Os joalheiros também são contactados com um pedido para que entreguem o colar a Jeanne para que esta o transmita à rainha. Rohan aceita servir de intermediário na transação, chegando o colar às mãos da condessa de La Motte, que o vende em Londres com o auxílio do seu marido.
Quando a fatura dos joalheiros chegou ao palácio real, tudo se descobriu!
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